O que você precisa saber das Moedas
Virtuais num evento inédito!

Ao mesmo tempo em que o assunto gera certa polêmica, observa-se que vem crescendo em nosso país a procura, o entendimento e a utilização das moedas virtuais nos mercados financeiro e de capitais, além de vários outros setores da economia, tais como: e-commerce e turismo – figuram de uma lista das 5 formas mais tradicionais de se gastar as bitcoins. Tal constatação despertou o interesse - e porque não dizer o debate - dentre as grandes empresas, a rede bancária e os órgãos públicos que, direta ou indiretamente, regulamentam as operações com as criptomoedas em território brasileiro.

Portanto, a realização do workshop assume importante papel ao propor a desmistificação das moedas virtuais junto aos setores mencionados, incluindo-se aqueles que já investem nos mercados tradicionais, como também os iniciantes que procuram informações concretas e confiáveis sobre o tema.

Pela primeira vez no país, renomados especialistas debaterão de forma imparcial e transparente detalhes como são criadas as moedas virtuais, as suas transações, os aspectos de segurança necessários nos investimentos, os pontos favoráveis e desfavoráveis, soluções e tecnologias, enfim, trazendo a certeza de que estão operando dentro da legalidade e de maneira correta.

Tanto que, na elaboração do programa, foi dedicada especial atenção para se evitar, por exemplo, apresentações de empresas que praticam esquemas de pirâmides.

Serão 4 painéis de debates com três conferencistas e 1 moderador de mesa em cada um deles e 01h30min. de duração.

Trata-se de evento inédito, pioneiro e imperdível.



Moedas virtuais: bolha ou realidade futura?


PROGRAMA: PAINÉIS & HORÁRIOS

– 08h00 / 09h00

= CREDENCIAMENTO & ENTREGA DE MATERIAL

– 09h00 / 10h30

= BLOCKCHAINS (CADEIA DE BLOCOS) E AS MOEDAS VIRTUAIS

- 09h00/09h20: Conferencista 1
- 09h20/09h40: Conferencista 2
- 09h40/10h00: Conferencista 3
- 10h00/103h0: Sessão de Debates
Moderador A

– 10h30 / 11h00

= COFFEE-BREAK

– 11h00 / 12h30

= INVESTIMENTOS EM MOEDAS VIRTUAIS: TIPOS, GANHOS E RISCOS

- 11h00/11h20: Conferencista 1
- 11h20/11h40: Conferencista 2
- 11h40/12h00: Conferencista 3
- 12h00/12h30: Sessão de Debates
Moderador B

– 12h30 / 14h00

= ALMOÇO

– 14h00 / 15h30

= IMPACTOS ECONÔMICOS DAS MOEDAS VIRTUAIS NO MERCADO FINANCEIRO

- 14h00/14h20: Conferencista 1
- 14h20/14h40: Conferencista 2
- 14h40/15h00: Conferencista 3
- 15h00/15h30: Sessão de Debates
Moderador C

– 15h30 / 16h00

= COFFEE-BREAK

– 16h00 / 17h30

= MOEDAS VIRTUAIS E LAVAGEM DE DINHEIRO

- 16h00/16h20: Conferencista 1
- 16h20/16h40: Conferencista 2
- 16h40/17h00: Conferencista 3
- 17h00/17h30: Sessão de Debates
Moderador D

– 17h30 / 18h30

= PAINEL FINAL DE DEBATES

- 17h30/17h45: Moderador A
- 17h45/18h00: Moderador B
- 18h00/18h15: Moderador C
- 18h15/18h30: Moderador D


CONFERENCISTAS



Carlos Manuel Baigorri

Superintendente Executivo da ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações)


Luiz Roberto Ungaretti de Godoy
Diretor do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional do Ministério da Justiça e Segurança Pública (DRCI/MJ).


Percival Lucena

Pesquisador em Blockchain do Laboratório da IBM Brasil


André Luiz Santa Cruz

Procurador Federal, Dr. em Direito Empresarial pela PUC-SP, Prof. de Direito Econômico do Centro Universitário IESB-DF


Ana Paula Bez Batti

Procuradora da Fazenda Nacional na 3ª Região, Pós graduada em Direito Tributário pela UNISUL


Antonio Carlos Ferreira de Sousa
COAF
Diretor de Inteligência Financeira do COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) do Ministério da Fazenda


Rafael Sampaio

Consultor de Investimentos da PPS Portfolio Performance


Anderson Vieira

Gerente de Produto da CoinBR


Marcos Lima Sena e Marco Antonio Souza

Fundadores da BitTop


Mariana Carraro Trevisioli

Advogada (PUC/SP), Pós-Graduada em Direito e Tecnologia da Informação(EPUSP). Representando a ABComm


Aline Lopes Azevedo

Head do Compliance do Grupo Citar – Controlador da Bitcambio e Paguecombitcoin


Serge Rehem

Fundador da Escola Bitcoins, Analista de Sistemas do Serviço Federal de Proc. de Dados (SERPRO)


Guilherme Marco de Lima

Conselheiro e Líder do Grupo de Estudos de Inovação do IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa)

A HISTÓRIA POR TRÁS DA TECNOLOGIA


Quem criou a moeda virtual? Existem controvérsias sobre o assunto. Porém, tudo acaba convergindo para Satoshi Nakamoto – um japonês sexagenário ou apenas codinome? De início, tendo as atenções voltadas para o senhor nipônico e naturalizado norte-americano, os jornais estamparam manchetes dando conta de que havia sido revelada a identidade do descobridor da bitcoin. Em 2014, época da publicação da principal matéria investigativa, ele possuía uma fortuna em moedas virtuais avaliada em cerca de US$ 400 milhões.

Leah McGrath Goodman (Newsweek), num artigo intitulado The Face Behind Bitcoin (06/03/2014), afirmava ter desvendado o enigma do que, até então, era mera especulação e/ou pseudônimo, apesar de ter mantido um rápido diálogo com Satoshi Nakamoto para a elaboração do texto da matéria, ou seja, trocaram apenas algumas palavras. Motivo: quando chegou à porta da casa, ele a esperava com 2 policiais que sequer imaginavam que ali estava o pai da moeda virtual. Na ocasião, limitou-se a dizer que já não tinha mais qualquer ligação com as bitcoins e que tudo havia sido entregue para outras pessoas, frustrando os planos da jornalista.

Passados meses de investigações, apareceu Gavin Andresen, membro da Fundação Bitcoin. Dizia ter trabalhado com Satoshi Nakamoto nas primeiras fases do desenvolvimento da moeda (junho de 2010 a abril de 2011). Em 26/04/ 2011, foi convidado a palestrar na CIA (agência norte-americana de inteligência) e Nakamoto simplesmente desapareceu.

Em 2016, um empreendedor australiano disse ser o criador da bitcoin em entrevista para a BBC e forneceu provas ao utilizar moedas que notoriamente pertenciam ao seu verdadeiro idealizador. Trata-se de Craig Wright que se escondeu por um bom tempo atrás do misterioso pseudônimo japonês. A declaração foi presenciada por repórteres de duas revistas (The Economist e GQ).

Fez assinaturas digitais em mensagens usando chaves criptográficas que, por sua vez, estavam inseparavelmente ligadas aos blocos de bitcoins criados por Satoshi Nakamoto. Trabalharam juntos? Quem seria o japonês mencionado por Craig Wright (pseudônimo)?

A primeira transação em bitcoins, segundo Wright, ocorreu em janeiro de 2009, envolvendo Hal Finney – renomado criptógrafo e um dos engenheiros que ajudaram a colocar em prática as suas ideias.

Logo após a revelação, Gavin Andresen, cientista-chefe da Fundação Bitcoin – aquele que dizia ter trabalhado com Satoshi Nakamoto no início do projeto – publicou um blog dando crédito à declaração do australiano, fato este reiterado por Jon Matonis, economista e um dos fundadores da instituição. Foi ele quem analisou dados relevantes em três linhas diferentes: criptografia, social e técnica, afirmando que Craig Wright atendia os requisitos de forma altamente satisfatória.

Várias revistas e organizações fizeram suas investigações na tentativa de se descobrir o real criador da moeda eletrônica, divulgando alguns nomes de pessoas que se encaixavam no perfil. Somente em dezembro de 2015, duas apontaram Craig Wright como um dos fortes candidatos. Cogita-se, neste emaranhado de informações, que documentos foram roubados com o intuito de se obter a titularidade da bitcoin.

De qualquer forma, mesmo na dúvida, se a ideia era a de criar uma maneira de driblar o sistema financeiro convencional, o objetivo foi atingido porque as bitcoins não estão vinculadas a nenhum governo e podem ser enviadas de uma conta para outra sem taxas e com a mesma facilidade de se trocar e-mails. Quem fiscaliza as transações são os próprios usuários.

Todavia, infelizmente, as moedas digitais têm sido usadas para as práticas de corrupção. Caso do russo Alexander Vinnik que foi acusado de chefiar um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou a cifra de US$ 4 bilhões em bitcoins. Suspeito de ser o “comandante” de uma das mais antigas corretoras de moedas digitais: a BTC-e. Outro exemplo: fechamento das operações da Bitmixer que oferecia serviços de “bitcoin mixing”, ou seja, técnica utilizada para dificultar a rastreabilidade das transações com moeda digital e amplamente usada por esquemas de lavagem de dinheiro.

O Banco Central do Brasil, por sua vez, alertou que estas moedas virtuais não são emitidas e nem garantidas por qualquer autoridade monetária, e por isso não têm garantia de conversão para moedas soberanas. Diz ainda (comunicado 31.379 de 16/11/2017): tampouco são lastreadas em ativo real de qualquer espécie, sendo todo o risco dos seus detentores.

Ao longo do período de 12 meses, teve uma valorização de um pouco mais de 1.600% – o preço de uma moeda virtual foi de US$ 910,21 em 26 de janeiro de 2016 para US$ 16.306,40 na cotação de 26 de dezembro de 2017.

Marcou o início da ascensão de várias moedas virtuais: Litcoin, Ethereum, Ripple, Bitcoin Cash, Lisk, dentre muitas outras, que aproveitaram a onda de Ofertas Iniciais de Moedas (ICO, na sigla em inglês) para se lançar no mercado.

A maioria utiliza o mesmo sistema de controle descentralizado das bitcoins, ou seja: Blockchains que operam em rede ponto a ponto (peer-to-peer) de computadores.

Porém, tratando-se de operações de risco, podem gerar perdas bilionárias para os investidores, como aconteceu com as “ponto com” em 2000.
Fontes: g1.globo.com | olhardigital.com.br |
 | criptomoedasfacil.com | bcb.gov.br |


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